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SOLAR QUINTA DO TANQUE


Solar da Quinta do Tanque

Símbolo do filantropismo da família Faria e Maia

 

O imponente solar da Quinta do Tanque situa-se na freguesia do Cabouco. É propriedade privada da ilustre família Faria e Maia, durante várias gerações. Define-se por ser a imagem de marca de diversas peculiaridades da história desta pequena freguesia em constante evolução. Datado de 1583, este solar abrigou António de Lopes Faria, um dos seus primeiros moradores e também dos primeiros membros desta família a instalar-se na ilha de São Miguel. Atualmente, os membros da família Faria e Maia que asseguram o legado do solar da Quinta do Tanque são D.ª Joana Faria e Maia, Dr. Francisco Athayde Faria e Maia, D.ª Amélia Botelho Faria e Maia e D.ª Maria Luísa Faria e Maia.

Esta quinta e, por sua vez, o solar, estão ligados à história social, filantrópica e económica do povo cabouquense. Consta que foi nos armazéns desta propriedade que se realizaram as primeiras experiências com as culturas do tabaco, do chá e até do cultivo de flores. A importância do solar da Quinta do Tanque e, por conseguinte, da família Faria e Maia é por de mais evidente. Esta família teve grande importância no impulsionamento do desenvolvimento e crescimento da freguesia do Cabouco e, se quisermos, no bem-estar de alguns cabouquenses que recordam os feitos desta família, com muito carinho e respeito, com realce especial para D. Maria Luísa Faria e Maia e seus pais, Francisco e Maria Joana Faria e Maia. São, pois muitos, os que relembram o seu auxílio material e monetário e o facto de ter empregado muita gente nas suas terras. Não menos importantes foram as diversas doações desta família ao povo cabouquense, com destaque para os terrenos onde foram construídos o Bairro D. Maria Joana Machado de Faria e Maia, a escola EB/JI Dr. Francisco Machado de Faria e Maia e ainda a atual creche “O Ninho”, tão importante para a educação e formação das crianças cabouquenses e de outras freguesias; bem como também o atual apeadeiro público, outrora de muita utilidade para as mulheres do Cabouco, sendo o local onde lavavam as suas indumentárias. A nível do património religioso também muitos foram os apoios desta família no âmbito da construção e reconstrução dos altares da igreja de Nossa Senhora da Misericórdia e no apoio à realização das suas festas religiosas; na doação do terreno por D. Amélia Botelho Faria e Maia, no qual foi construído o bairro com o seu nome e também o atual edifício polivalente, que se situa na praça que designa o seu nome.

O facto é que aos longos dos anos, a família Faria e Maia se demonstrou extremamente caridosa e benemérita com as gentes cabouquenses, dando especial atenção às suas necessidades, tendo sempre o reparo de acolher e auxiliar o povo em muitas situações. Logo, como forma de agradecimento, respeito e reconhecimento à família Faria e Maia, o Cabouco não ficou indiferente e é por isso que todos os anos o giro da procissão de Nossa Senhora da Misericórdia se faz por entre os portões da Quinta do Tanque, na qual se pode apreciar outro símbolo importante da identidade cabouquense e da própria identidade da família Faria e Maia: o tapete de flores da Quinta do Tanque.

O solar da Quinta do Tanque, mais do que um edifício erigido, pode ser considerado um símbolo, um reflexo da bondade dos membros da família Faria e Maia para com o povo cabouquense. Por outras palavras, mais do que uma construção material, o solar da Quinta do Tanque é definitivamente um registo já consagrado da história da freguesia do Cabouco, que demonstra, enquanto património cultural, social e filantrópico, as mais profundas raízes identitárias do povo do Cabouco. 

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